comunicação
Diferentes platôs
Enviado por hernani dimantas | 06/06/2008 |Movimento na comunicação
Enviado por hernani dimantas | 02/04/2008 |MALTA EM ELIAS CANETTI. Para além de analisar o termo massa, Canetti também o faz com malta (que deriva do latim movita, significando movimento). Para ele, malta é uma unidade mais antiga do que massa (Canetti, 1995: 93). A malta seria uma horda de número reduzido (10-20 homens) e uma forma que assume a excitação colectiva, visível em toda a parte. Característico de malta é o facto de não poder crescer. A malta consiste num grupo de pessoas excitadas que nada mais deseja do que ser mais.
Blogueiros da comunicação
Enviado por hernani dimantas | 14/09/2007 |Encontrei no blog do Rogério Christofoletti uma lista de blogueiros que conversam, pesquisam, atuam nos estudos da comunicação e, principalmente, no impacto da rede nesta mediação.
Sociedade da Informação - resenha
Enviado por hernani dimantas | 14/09/2007 |Encontrei uma resenha sobre A sociedade em rede, do Castells - que conclui: Como tendência histórica, as funções e os processos dominantes na era da informação estão cada vez mais organizadas em torno de redes. Redes constituem a nova morfologia social de nossa sociedade e a difusão da lógica de redes modifica de forma substancial a operação e os resultados dos processos produtivos e de experiência, poder e cultura. Tudo isso porque elas são estruturas abertas capazes de expandir de forma ilimitada, integrando novos nós desde consigam comunicar-se dentro da rede, ou seja, desde compartilhem os mesmos códigos de comunicação ( por exemplo, valores ou objetos de desempenho). Nesse contexto é que a rede é um instrumento apropriado para a economia capitalista voltada para a inovação, globalização e concentração descentralizada; para o trabalho, trabalhadores e empresas voltadas para a flexibilidade e adaptalidade; para uma cultura de descontrução e reconstrução contínuas; para uma política destinada ao processamento instantâneo de novos valores e humores públicos; e para uma organização social que vise a suplantação do espaço e invalidação do tempo.
É oficial!
Enviado por hernani dimantas | 15/12/2006 |Tudo é virtual?
Enviado por hernani dimantas | 02/11/2006 |Um dos mais conhecidos autores a tratar do tema é o francês Pierre Lévy. Em seu livro "O que é o virtual?", ele define:
"o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objecto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a actualização." (LÉVY, 1996, p.16)
É uma definição filosófica e, como filosofia, é uma especulação, não ciência.
Na tentativa de explicar melhor o que é "virtual", Lévy descreve a situação de uma empresa com departamentos longe da matriz.
A mídia e a modernidade
Enviado por hernani dimantas | 23/10/2006 |A Internet em especial, cujo crescimento comparativo é muito maior em relação aos outros meios de comunicação, tanto em número de usuários, como de iniciativas no setor da comunicação. As mudanças na economia política resultaram em quatro tendências, de acordo com Thompson (1995): a concentração, a diversificação, a globalização e a desregulamentação.
Bibliografia
Enviado por hernani dimantas | 23/10/2006 |Bibliografia Obrigatória para todas as Áreas do Programa de Ciências da Comunicação:
HARVEY, David. Condição pós-moderna. São Paulo: Ed. Loyola, 1993.
MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2001.
MATTELART, Armand e Michele. História das teorias da comunicação. São Paulo: Ed. Loyola, 1999.
MORAES , Denis de (org.) Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. Rio de Janeiro: Ed. Record, 2003.
SODRÉ, Muniz. Antropológica do espelho: uma teoria da comunicação linear e em rede. Petrópolis: Ed. Vozes, 2002.
Bobbio e os fundamentos da democracia
Enviado por hernani dimantas | 22/10/2006 |Bobbio identificava na visão tecnocrática de um lado e na postura indiferente, do outro, duas situações adversas à democracia. A primeira teimava em reduzi-la apenas a um ritual mecânico de sucessivas eleições, enquanto que a outra, ao dizer que podia ser eleito qualquer um, tanto faz (o qualunquismo), a desqualificava. Num resumo geral, pode-se dizer que para ele a democracia tinha como fundamentos:
- estar sempre em transformação. O seu estado natural é a dinâmica, enquanto que no despotismo predomina a estática, sempre igual a sim mesmo;
- o direito e o poder são duas faces da mesma moeda. Somente o poder cria o direito, e só ao direito cabe limitar o poder;
- o centro da atenção da democracia repousa numa concepção individualista da sociedade. Ela somente se desenvolve onde os direitos de liberdade têm sido reconhecidos por uma constituição;
- trata-se de um conjunto de regras que estabelece quem está autorizado a tomar decisões coletivas e quais são os seus procedimentos;
- baseia-se na regra de que a democracia é o regime da maioria e que o Estado Liberal é o suposto histórico-jurídico do Estado Democrático;
- é um regime que define o bom governo como aquele age em função do bem comum e não do seu exclusivo interesse, e se move através de leis estabelecidas, claras para todas, e não por determinações arbitrárias;
- considera um governo excessivamente paternal (imperium paternale) como negativo insistindo que a democracia é um governo de leis por excelência
Resenha: Condição pós moderna
Enviado por hernani dimantas | 22/10/2006 |Resenha de Condição pós moderna, de David Harvey, por Eva de Fátima Silva Santos

