conhecimento livre
Software livre no BB
Enviado por hernani dimantas | 18/03/2008 |Do blog do Serginho: O Murilo Barreto, assessor da Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil me enviou um link do Notícias Linux que divulga um edital de concurso público para o BB que pede conhecimentos em software livre. Em mais uma área é quebrada a reserva de mercado dos softwares proprietários.
Leia os itens do edital:
"14.2.1.2 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
CONHECIMENTOS GERAIS DE INFORMÁTICA:
...
2. Ambientes operacionais Windows e Linux.
3. Processador de texto (Word e BrOffice.org Writer)
Controle e liberdade
Enviado por hernani dimantas | 07/10/2007 |Deleuze aponta para a sociedade de controle; a passagem da sociedade disciplinar para a sociedade de controle, pois não precisamos mais da forma de enclausuramento das instituições disciplinares, o controle pode ser exercido ao ar livre, sobre os fluxos. Isso significa que não precisamos mais de muros para controlar. O controle se faz pela interação e em rede.
Blogs e conhecimento livre
Enviado por hernani dimantas | 06/09/2007 |Blog é um fenômeno que emerge da troca de informações e links. Um blog sozinho não é nada, mas blogs e projetos pessoais linkados entre si formam uma rede caótica, a blogosfera. Um reflexo da diversidade e da multiplicidade de vozes.
Movimento silencioso
Enviado por hernani dimantas | 01/09/2007 |As vezes passo horas pensando nas minhas próprias idéias. E esqueço que outras pessoas também tem idéias. Se outras pessoas tem idéias. Boas idéias. Por que não utilizá-las para destrinchar o emaranhado de complexidades do meu pensar. Conhecimento livre é um atalho para o sucesso do coletivo.
Donos de nada
Enviado por hernani dimantas | 01/09/2007 |Não somos donos de nada. O conhecimento é livre. O ser humano que é besta. Pensa que pode mais do que o corpo. Logo, esse debate sobre propriedade, direitos autorais não está acontecendo por acaso. Estamos no limite. A entrada da internet vem romper exatamente o paradigma do poder. Descentralizar o poder é muito mais efetivo do que a noção da democracia. O caos e a incerteza são variáveis reais. Precisamos saber conviver com esse desconhecido. A descentralização não é uma equação de segundo grau.
Disclaimer
Enviado por hernani dimantas | 27/08/2007 |Não posso estar em erro acerca de 12x12 ser 144. E não se pode opor a certeza matemática à relativa incerteza das proposições empíricas. Porque a proposição matemática foi obtida por uma série de ações que não são de modo algum diferentes das ações da restante vida e são no mesmo grau afetadas por esquecimentos, lapsos e confusões. (...) Se a proposição 12x12=144 está fora de dúvida, então também as proposições não–matemáticas têm de estar
-- Wittgenstein
DJ
Enviado por hernani dimantas | 31/03/2007 |Estava conversando com a Drica Guzzi sobre conhecimento, rizomas, liberdades e etc. E, assim surgiu a expressão DJ do conhecimento. Gostei da sacada. Pois, numa cultura de remix estamos misturando sons, imagens e textos. Misturamos, na verdade, o conhecimento. Somos todos DJ. Apenas tocamos o som que mais gostamos. O som que faz de cada um alguém com singularidades.
Parte II
Enviado por hernani dimantas | 15/01/2007 |Miguel Caetano: Copyright, Copyleft e as Creative Anti-Commons - Parte II assinado por Anna Nimus (AKA Joanne Richardson e Dmytri Kleiner), continuo esta semana com a tradução da segunda parte, onde o(a)(s) autor(a)(s) elaboram uma crítica demolidora do conceito de propriedade intelectual e do mito do génio criativo, comparando o processo de privatização das ideias ocorrido ao longo do século XVIII com o processo de vedação (enclosures) das terras comuns que quase ao mesmo tempo privou os camponeses do seu meio de subsistência até então.
Uma genealogia dos direitos de propriedade do autor
Enviado por hernani dimantas | 08/01/2007 |Miguel Caetano traduziu ima parte do artigo COPYRIGHT, COPYLEFT AND THE CREATIVE ANTI-COMMONS, de Anna Nimus; 'O texto explica bem de que forma é que esse termo foi sendo arquitectado ao longo dos três últimos séculos por entidades (empresas da indústria cultural, advogados e políticos euro-americanos) com a pretensão de defenderem os autores, sem que estes, contudo, tivessem uma palavra a dizer. Nesse sentido, é uma construção histórica e artificial que acompanha a ascensão do capitalismo, tendo servido de sustentáculo legal para a sua expansão global. Na medida em que a propriedade intelectual abrange hoje em dia copyrights/direitos de autor, patentes e marcas registadas, acho que esta ilusão está na raíz de grande parte dos problemas ambientais, económicos, sociais e culturais.'

