espinosa
Atributos
Enviado por hernani dimantas | 24/11/2008 |"exprimir significa que o ser se exprime nele mesmo, diversificando-se e diferenciando-se originariamente, pois a expressão é ele mesmo em cada um de seus infinitos atributos infinitos. No espinosismo o real é pensado como ser indiviso, energia de uma única ação de um ser que se expressa e é expressado por atributos e modos infinitos - modalizando-se, poderíamos acrescentar.
Deus está no mundo, o mundo está em Deus.
Enviado por hernani dimantas | 02/11/2008 |webdeleuze: (Na Ética)... a proposição especulativa de Spinoza é: só existe uma única substância absolutamente infinita, ou seja, que possui todos os atributos, e aquilo que se chama de criaturas não são criaturas, mas os modos ou maneiras de ser dessa substância. Portanto, uma única substância possuindo todos os atributos e cujos produtos são os modos, as maneiras de ser.
deus em Espinosa
Enviado por hernani dimantas | 01/11/2008 |Ateu de sistema” ou “ébrio de Deus”? : Pelo livro I da Ética, constatamos quão diferente é o Deus espinosano do Deus da tradição judeo-cristã. Na constelação das definições iniciais, Deus é apresentado na definição VI como “um ser absolutamente infinito, quer dizer uma substância constituída por uma infinidade de atributos dos quais cada um exprime uma essência eterna e infinita” [15].
No plano da imanência
Enviado por hernani dimantas | 09/03/2007 |Webdeleuze: Até Spinoza, a filosofia caminhou essencialmente por seqüências. E, nessa via, as nuanças que concernem à causalidade eram muito importantes. A causalidade original, a causa primeira, ela é emanante, imanente, criativa ou ainda alguma outra coisa? Assim, a causa imanente estava presente na filosofia o tempo todo, mas sempre como um tema que não ia até as últimas conseqüências. Por quê? Porque era sem dúvida o tema mais perigoso. Deus pode muito bem ser tratado como causa emanante, isso não traz nenhum problema, porque haverá ainda uma distinção entre a causa e o efeito. Mas tudo se torna muito mais difícil se Ele for tratado como causa imanente, de tal modo que não se saiba muito bem como distinguir a causa e o efeito, ou seja, Deus e a criatura. A imanência era antes de mais nada o perigo. Assim, a idéia de uma causa imanente aparece constantemente na história da filosofia, porém refreada, mantida num determinado nível da seqüência, carecendo de valor e devendo ser corrigida nos outros momentos da seqüência, pois a acusação de imanentismo foi, em toda a história das heresias, a acusação fundamental: "Você confunde Deus e a criatura". Essa é a acusação para a qual não há perdão. Portanto a causa imanente estava constantemente em jogo, mas não chegava a receber um estatuto. Ela só tinha um pequeno lugar na seqüência dos conceitos.
O que pode o corpo?
Enviado por hernani dimantas | 08/03/2007 |Ontem estive no curso do Rogério da Costa. Foi muito legal. O percurso do Rogério para explicar o processo da inteligência coletiva parte da filosofia do Espinosa... o príncipe dos filósofos. No primeiro momento ele faz uma distinção da filosofia ocidental e da oriental. Contrapõe os objetivos, o futuro ou o plano de organização arraigado na filosofia ocidental com a idéia de oportunidades, ou de aproveitar a energia que existe e deixar ser conduzido. O oriente se preocupa com o presente e seu entorno e, mergulha no presente para compor aquilo onde podemos ser conduzido.

